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Arrependimento

Publicado em agosto de 2016

Ontem eu resolvi limpar o ar condicionado. Ô arrependimento.

Mas era tanta poeira, mas tanta poeira. De onde sai tanta coisa assim, hein? Tudo tão limpinho até abrir o “troço”.

E o “troço” fez logo um barulho estranho. Parecia que eu tava quebrando. Era um aviso para deixa-lo quieto. Só que, teimosa como sou, não ouvi e continuei. Tirei os filtros (acho que é esse o nome) e pensei que tinha acabado.

Engano meu!

Depois que tirei olhei para as “coisas de rodam”. Não sei como é o nome, só sei que giram e que acumulam poeira. E como acumulam poeira! Peguei uma escovinha e comecei a limpar. E a poeira a cair. Eu limpava. E a poeira vinha. Continuava limpando. A poeira não iria me vencer.

E eu ganhei! Limpei tudo! Mas depois de limpar o ar, vem limpar a poeira do chão.  E a poeira espalha. E vai para a varanda, para a sala, para a cortina. E tem que trocar a roupa de cama. E ufa! Ô arrependimento. Tudo ocorreu como um dominó. Algum tempo depois tudo terminado.

Mas o melhor vem depois. À noite quando liguei o ar sem nenhum barulho. Aí sim, noite de sono em barulhos estranhos e poeiras escondidas. E o arrependimento foi embora!

 

Ps. Texto todo em superlativo! (risos)

Textos pensados

Publicado em agosto de 2016

Eu “escrevo” textos imensos no meu pensamento. Sério, não é brincadeira. Fico pensando, pensando e pensando. São frases, parágrafos inteiros. Acho que até roteiro para filme já teve. Mas quando chega a hora de colocar no papel, simplesmente travo. As palavras não saem da mesma forma. Acredito que é devido ao excesso de assuntos que acontecem ao redor.

Meus melhores textos nascem no carro ou no banho. Acredito que é quando fico mais divagando os pensamentos. E não tem tanta coisa para prestar atenção. Esse texto mesmo saiu enquanto estava no carro e aí pensei: esse tem que ir para o papel. Ah, sobre o carro, não se preocupe, eu não estava dirigindo. Quase nunca dirijo desde que vim morar em São Paulo. Só quando é realmente muito necessário.

Mas voltando, acho que preciso ter um gravador ao lado. Vai ver se eu falar em voz alta o que penso e depois só transcrever para o papel o texto flua melhor. Meu marido, com certeza, ia me achar louca se fizesse isso. Imagina, eu no carro gravando num celular os textos-pensados? Bem… ainda bem que o celular é a prova d’água!

Vamos aguardar o que vem por aí…..

Vamos apenas parar

Publicado em agosto de 2016

Hoje boa parte do mundo vai parar para assistir a abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Queria fazer um convite aqui àqueles que vão assistir pela TV o espetáculo de abertura. Vamos tentar calar a vontade de falar mal simplesmente pelo hábito de falar mal. De falar mal porquê não entendeu o contexto. Tirar o celular da mão e assistir com os olhos de verdade. E não pela opinião de um ou outro “twitteiro” de nossa preferência. No show parte da nossa história será contata. História da formação do Brasil.

Mas lembre-se de uma coisa: os Jogos Olímpicos são no Rio de Janeiro. Podem não estar os artistas da sua preferência. E você pode até não gostar de tal cantor ou cantora. Mas eles fazem parte da cidade. As Olimpíadas não são em Salvador, Recife ou São Paulo. É no Rio de Janeiro, o cartão postal do Brasil. Lá em o Cristo Redentor e tem favelas. Tem Copacabana e tem mendigos. Acredito que o Rio tem o que há de melhor e o de pior no Brasil.

Sim, será um espetáculo. Temos alguns dos melhores diretores do mundo trabalhando nele. Mas mesmo saindo tudo perfeito, ainda tem aqueles que irão preferir falar mal a elogiar. Falar mal é mais fácil. Falar mal, faz as pessoas rirem e geram mais cliques no nosso post. E no final é isso que a gente quer, certo? Clicks. Curtidas.

Vamos apenas parar um pouco e torcer para o outro sair bem e não mal.

Vamos apenas parar.

E então?

Publicado em abril de 2015

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Ok ok! Não cumpri a minha promessa de vir no blog. Mas, veja bem, foram tantas coisas nesse período que não tinha como. Até pensei, mas não dava. O que teve?

  1. Todo o pré-casamento. Não estava ansiosa, nem neurótica, nem nervosa. Mas tem coisas que só a noiva pode fazer. Além de todas as outras coisas (risos). Prova de cabelo/make, salão, pegar vestido, detalhes de decoração, buffet, convidados. Além de acalmar todo o “resto” do pessoal. Tirando o noivo, que estava tão calmo quanto eu.
  2. O casamento em si. Que emoção. Que dia lindo. Que felicidade. Desde a noite anterior com visitas, telefonemas e presentes. O preparativo desde a manhã do dia 14 de março. Cada detalhe que sempre vai estar vivo e inesquecível. Merece sim um post especial. E vou fazer (algum dia, espero rs). A cerimônia com as palavras de unção de Frei Paulo. A festa com o carinho dos amigos e família. Tudo. Tudo. Tudo.
  3. A mudança – Essa parte não sabia se tinha comentado aqui (também, sem vir a tanto tempo) e tive preguiça de ler os outros textos. Não só mudança de estado civil de solteira para casada. Mas a mudança literalmente de estado. Agora morando em SP. Fazer mala, escolher móveis, eletrodomésticos, esperar chegar, montar, brigar com loja porque demorou de chegar ou chegou quebrado. Mas digo, nada supera estar em sua própria casa. Mas que cansa cansa.
  4. Trabalho – Graças a Deus tudo fluindo e a demanda grande. Aí já viu: menos tempo para o blog.
  5. Vida Nova – ô gente… não tive lua de mel com viagem de “férias” e etc. Mas também sou filha de Deus! rs

Mas eu agora já estou com uma lista de futuros posts aqui, estampados no meu papel de parede do computador, no meu caderno e no evernote. Ligados ao casamento ou não. Se tiver alguma sugestão é só postar nos comentários.

 

Expectativa e Ansiedade

Publicado em março de 2015

Vou casar em poucos dias e a primeira pergunta que fazem é: está ansiosa? Como está o coração? E quando eu respondo que não estou ansiosa e que o coração está batendo (risos), quase sinto um ar de decepção do outro lado. Acredito que as pessoas têm em mente que todas as noivas são histéricas, tensas, nervosas e afobadas.

Mas gente… que estereótipo é esse que as noivas têm? Tranquilidade vira uma anomalia à regra. Não sei se é porque eu trabalho com eventos, lido com isso constantemente que acabo agindo na naturalidade. Mas acredito que é porque fiz as coisas com antecedência, organizei o que precisava, antecipei tudo que era necessário para fazer e agora é administrar.

As pessoas esperam que as noivas não trabalhem no período pré-casamento, que vivam só isso e que se descabelam por qualquer coisa. Não é bem assim. Saber lidar com o imprevisto e ter certeza do que se quer é o começo para ter tranquilidade. E quanto a nova vida de casada? Tenho certeza no meu amor. No nosso amor. E Fé em Deus. Por que ficar nervosa mesmo, hein?

O que o amor torna leve

Publicado em janeiro de 2015

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Eu nunca gostei de usar anel. Dos acessórios femininos, esse nunca foi o meu favorito. Gosto de colares, brincos, até de pulseiras. Mas o anel me incomodava. Lembro de dizer a minha mãe que ele pesava o dedo, por isso ficava pouco tempo e logo tirava.

Tenho vários anéis lindos. Alguns ganhei de 15 anos. Tem também o anel de formatura. E aqueles que a gente sai comprando por aí, em shoppings, feiras e praias da vida. Mas a vida útil deles nunca era longa. No meio da balada, colocava na bolsa ou se vinha usando para o trabalho, na hora de escrever logo o deixava sobre a mesa, só colocando de volta na hora de ir para casa.

Essa falta de “gosto” de usar anel me deixava preocupada quando era pequena. Pensava, e se eu não conseguir usar aliança? Como vou ficar com esse anel 24h por dia? Todo o tempo? Será que vou conseguir? O que meu noivo vai achar se não conseguir ficar com o anel? E foram pensamentos infantis, guardados no fundo da mente. Quase esquecidos. Quase…

Estou noiva, mas a gente decidiu não usar aliança de noivado. Tínhamos um outro símbolo. Mas quando decidimos a aliança do casamento e ela chegou (quase dois meses depois de comprarmos) ficamos na dúvida: usamos ou não? Nessa hora, o pensamento infantil veio à mente. E aí? Será que vou conseguir ficar direto com a aliança?

Benzemos a aliança com nosso pároco e amigo no dia da Sagrada Família e começamos a usar. Ela é do jeito que a gente quis. Se tivéssemos desenhado seria assim. E do momento que a coloquei no dedo… não a tirei mais. Para nada. Na verdade eu até esqueço que ela está no dedo, até que me deparo olhando para ela, ali na mão direita. Então eu penso… o amor torna tudo mais leve… tranquilo.

Simplesmente não tem peso. Aquela sensação que pensava quando era criança… não existe. E penso que é assim que tem que ser. Se é amor, não tem dor. Não tem peso… torna leve até a sensação mais antiga. É o amor….

Eu poderia…

Publicado em novembro de 2014

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Poderia falar aqui de várias coisas. Os preparativos do casamento (sim, vou casar em 2015! Rsrs). O andamento da empresa. A vida. Família. Fé. E tantas coisas que acontecem diariamente.

Poderia falar aqui do que você não sabe sobre mim. Da dieta que estou fazendo (de novo). Do email que esqueci de mandar para minha cunhada (de novo rs). De como anda a academia. E como o engarrafamento de Salvador cansa.

Poderia falar aqui dos últimos filmes que assisti. De como os seriados de Shonda Himes me prendem. Das peças de teatro que assisti (faz tempo rs). E dos livros que eu li esse ano.

Poderia falar aqui das viagens que fiz esse ano. Da máquina fotográfica nova que eu comprei. De como tô me lixando para o iPhone 6. E de como estou na minha esses últimos tempos.

Poderia falar tanta coisa. Tanto texto renderia… mas hoje eu prefiro não falar nada.